Lei 1 – Não praticar idolatria

A essência das Sete Leis Universais (e do monoteísmo) é o reconhecimento do Ente Superior que criou o Universo, substituir o culto de D’us pelo culto de entidades finitas, seja a de si próprio ou de outros seres, ignora qualquer padrão de comportamento ético e moral.

A aceitação de D’us e das instituições Dele é mais do que um simples ato de fé. Implica ser uma pessoa melhor, centrada em D’us ao invés de si mesmo e, assim, gera um ambiente moral.

A lei de não praticar idolatria se divide em:

  • Contra a ideia de que existe outra divindade além do Criador.
  • Contra fazer qualquer imagem de escultura (e contra a qualquer outra pessoa fazer uma para nós).
  • Contra fazer ídolos para utilização por terceiros.
  • Contra fazer qualquer estátua (mesmo quando eles são para fins ornamentais).
  • Contra se curvar para qualquer ídolo (e não sacrificar libações [Libação é o ato de derramar água, vinho, sangue ou outros líquidos com finalidade religiosa ou ritual], nem para queimar incenso ante qualquer ídolo, mesmo quando não é a maneira habitual de adoração ao ídolo particular).
  • Contra a adoração de ídolos em qualquer de suas formas habituais de culto.
  • Contra fazer nossos filhos passar (pelo fogo) na adoração de Moloque
    [Moloque era o deus do fogo dos amonitas e fenícios, a quem pais sacrificaram seus filhos].
  • Contra a prática Ov (comunicação com mortos).
  • Contra a prática de Yiddoni (feitiçaria, magia negra, prever futuro).
  • Contra praticar idolatria (na palavra, no pensamento, na ação, ou por qualquer observância que podem nos atrair para a sua adoração).